Areias ao Vento
Sobretudo sobre o nada da existência arte,filosofia,e ciência; sobre tudo e sobre nada:do oculto e da sapiência

THE CLUETRAIN MANIFESTO


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(Parte 2 de 3)



O que é :o Cluetrain (trem das evidências) Manifesto trata das revoluções ocorridas nos mercados impulsionadas pelas novas tecnologias, espoecialmente das empresas online e a sua relação com os internautas.

Mais 30 das 95 Teses

31. Mercados em rede podem mudar de fornecedores da noite para o dia.
Os trabalhadores em rede podem mudar de funcionários durante o almoço.
Suas próprias "iniciativas de downsizing" nos obrigaram a fazer a
pergunta: "Lealdade? O que é isto?"

32. Mercados inteligentes irão achar fornecedores que falam sua própria
língua.

33. Aprendendo a falar com uma voz humana não é um truque de magia.
Isto não pode ser "pego" em alguma conferência.

34. Para falar em uma voz humana, as empresas devem compartilhar as
preocupações das suas comunidades.

35. Mas primeiro, elas devem pertencer a uma comunidade.

36. As empresas devem perguntar a si mesmas onde as suas culturas
corporativas terminam.

37. Se suas culturas terminam antes de onde começam as da comunidade,
então elas não tem mercado.

38. Comunidades humanas são baseadas no diálogo - em linguagem humana
sobre preocupações humanas.

39. A comunidade do diálogo é o mercado.

40. Empresas que não pertencem a uma comunidade de diálogo irão morrer.

41. Empresas fazem de sua segurança uma religião, mas isto não serve de
nada. A maioria esta se protegendo menos contra os concorrente do que
contra seu próprio mercado e força de trabalho.

42. Como nos mercados em rede, as pessoas estão também conversando
entre si diretamente dentro da empresa - e não apenas sobre regras e
regulamentos, diretivas oficiais, lucros.

43. Tais conversações estão tomando lugar hoje nas Intranets
corporativas. Mas apenas quando as condições são favoráveis.

44. As empresas tipicamente instalam intranets de cima para baixo para
distribuir políticas de RH e outras informações corporativas que os
trabalhandores estão dando o melhor de si para ignorá-las.

45. Intranets naturalmente tendem a ser chatas. As melhores são feitas
de baixo para cima por indivíduos participativos cooperando para
construir alguma coisa muito mais valiosa: uma conversação corporativa
intraconectada.

46. Uma intranet sadia organiza trabalhadores nos vários sentidos da
palavra. Seu efeito é mais radical que os objetivos de qualquer
sindicato.

47. Enquanto isto assusta as empresas, elas também dependem enormemente
de intranets abertas para gerar e compartilhar conhecimento crítico.
Elas necessitam resistir a tentação de "melhorar" ou controlar estas
conversações em rede.

48. Quando intranets corporativas não são limitadas pelo medo e regras,
o tipo de conversação que elas encorajam parecem como conversações de
mercados em rede.

49. Os organogramas funcionaram em uma economia velha onde os planos
podiam ser completamente entendidos desde o topo das empinadas
pirâmides administrativas e se podiam passar ordens detalhadas desde o
topo.

50. Hoje, o organograma é hyperlinkado, não hierárquico. O respeito por
conhecimento prático ganha sobre o respeito por autoridade abstrata.

51. Os estilos de gerenciamento "comandar-e-controlar" derivam de, e
reforçam a burocracia, lutas de poder e toda a cultura da paranóia.

52. A paranóia mata a conversação. Este é o ponto. Mas a falta de
conversação aberta mata as empresas.

53. Existem duas conversações acontecendo. Uma dentro da empresa. Outra
com o mercado.

54. Na maioria dos cados, nenhuma conversação vai muito bem. Quase
invariavelmente, a causa da falha pode ser traçada nas noções obsoletas
de comando e controle.

55. Como política, estas noções são venenosas. Como ferramentas, elas
estão quebradas. Comandar e controlar são encaradas com hostilidade
pelos trabalhadores intraconectados e geram desconfiança nos mercados
interconectados.

56. Estas duas conversações querem se falar entre elas. Elas estão
falando a mesma língua. Elas reconhecem suas vozes mutuamente.

57. Empresas inteligentes irão cair fora do caminho e fazer com que o
inevitável aconteça o quanto antes.

58. Se a disposição de cair fora for encarada como uma medida de QI,
então muito poucas empresas são sensatas.

59. Embora subliminarmente no momento, milhões de pessoas agora online
percebem as empresas como um pouco mais que curiosas ficções legais que
estão ativamente impedindo que estas conversações se cruzem.

60. Isto é suiçídio. Os mercados querem falar com as empresas.

61. Infelizmente, a parte da empresa que o mercado em rede quer falar é
normalmente escondida atrás de uma cortina de fumaça, de uma linguagem
que soa falsa - e muitas vezes é.
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