
Arquétipo urbano 2: dona de casa (do lar)
são as mães que perambulam por aí.
descrição
Elas vão ao supermercado, à farmácia, enfim, fazem compras para a casa.
A minha experiência com uma dona de casa impertinente
Há algum tempo atrás eu estava no interior de um coletivo em São Paulo vestindo o meu velho sobretudo quando a dona de casa deixou cair a sua sombrinha e eu nem aí, fiz que não vi.
--Moço, você não vai pegar a minha sombrinha?
Algo na arrogância maternal/autoritária dela me fez responder:
--Não.
--Estão vendo, que rapaz mal-educado, isso é um absurdo! - tentou ela principiar um escândalo e para piorar eu não pude descer do ônibus à tempo de evitar ouvir:
--Será possível que a mãe dele não lhe deu educação?
Sim, seria a resposta. Acho que até me educou mais do que devia, senão eu respoderia à ela como deveria . E o problema é justamente esse; mãe é uma só (graças a Deus) e só uma basta!
habitat: estão nos supermercados, farmácias, shoppings .
aparência: varíável, desde lenço na cabeça com bobs até a perua
marcas e sinais: a maquilagem disfarça (ou tenta).
utilidade: fazer compras de cama mesa e banho, cuidar da casa.
periculosidade: mínima. podem passar um sermão se acharem que você não estar se comportando bem ou se for mal-educado
modus operandi: fazem compras e pedem para você pegar uma lata que está no alto da prateleira ou pôr o saco de arroz ou caixa de leite no carrinho
objetos e armas: bolsa abarrotada de coisas de mulher, sombrinha
nome científico: dominatrix domesticus

